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Domingo, 25 de Novembro de 2007
MOURISCAS NO SEU DIA-A-DIA

XXVIII

 

CRÓNICA LITERÁRIA RECREATIVA

 

 

É evidente que a arte de escrever é autenticamente valiosa, e tão poderosa quanto pelo saber distinto e magnífico, o homem se expressa em plena consciência, confiante por essa mesma virtude do saber, que se poderá estender por todas as áreas, sociais, culturais e científicas, e podendo ainda descobrir alguns mistérios nos lugares mais recônditos que a Natureza contém, mas que o tempo ainda resolverá, pois a ciência não pára e haverá sempre novos horizontes para descobrir.

Daí também afirmo que o homem na sua condição normal será sempre objector de consciência. – Sempre foi! Como ente com uma religião, confirmada e autenticada legalmente pelos Direitos Humanos, o homem poder-se-á tornar mais pacífico, mais perfeito, mais completo e responsável por si próprio, alegando a condição real dos seus propósitos, mantendo-se fiel a esses compromissos, que por sua honra seriam consagrados com dignidade.

Entretanto acredito que tenha de facto muitos amigos, independentemente de qualquer religião ou ideologia. O contrário seria para mim aterrorizador e altamente preocupante.

Ao escrever algumas palavras fico sempre na incerteza se as minhas convicções foram ou serão devidamente aceites pelo leitor, por algum erro, ou que indevidamente fosse fornecido por outrem o que também considero normal. Pessoalmente tolero os erros dos outros, mais que os meus próprios, mas errar é próprio do homem.

Todo aquele que não errar não será bom investigador!

Faço ainda lembrar, pois são decorridos poucos anos, que o escritor brasileiro, Jorge Amado, esteve à beirinha de ganhar o Prémio Nobel da Literatura, com o seu livro Capitães da Areia, o qual continha em todo o seu conteúdo cerca de dois mil erros.

Por isso resumindo afirmo: Tristes são aqueles que nada sabem ou que se contentam com o pouco saber, ou ainda os que pensam saber muito, e sem o saberem, pouco mais sabem que os primeiros.

Razão teria certamente o Poeta que escreveu: - Eu sei que nada sei! E teremos que acreditar!

Porque um tal talento ainda não apareceu – e o grande milagre também ainda não se deu.

Neste momento poderia mencionar a meu ver, quais os maiores talentos da Literatura Portuguesa, os que mais contribuíram para o desenvolvimento do nosso idioma, sem esconderem a cara ou a sua identificação o que é dignificante e correcto.

 

                                                                   Joaquim António de Matos

 



publicado por mouriscasmovimento às 13:06
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