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Domingo, 22 de Julho de 2007
Mensagens dos leitores (31)

Susana Alves, deixou um comentário ao post às 15:07, 2007-07-20.

Comentário:

 

Olá muito boa tarde, antes de mais queria dar os parabéns aos "criadores" deste blog, pois acho que as Mouriscas já mereciam algo assim. Ao ler o comentário do Sr. Luís Grilo venho dizer-lhe que concordo com tudo o que disse, pois é muito fácil para as pessoas que nada fazem, nem deixam fazer, criticar e dizer mal!!, mas muito sinceramente julgo que esse é um defeito grande de algumas pessoas das Mouriscas. Quando se faz é porque se faz e se tem algum interesse por trás, quando não se faz nada também se continua a ser criticado. Mas o mais engraçado é que quando essas pessoas são chamadas a participar também nada fazem...é muito triste! Os meus parabéns ao Marco Cadete e à sua família e que tudo lhe corra bem, acho que as pessoas da terra devem ter orgulho nele e em pessoas como ele que LUTAM POR UM OBJECTIVO. Não sou das Mouriscas nem vivo nas Mouriscas mas sou filha de mourisquenses.

Susana Oliveira Alves



publicado por mouriscasmovimento às 17:53
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4 comentários:
De Anónimo a 25 de Julho de 2007 às 20:11
Susana,

Como a Susana também sou filha de pai mourisquense e tenho visitado as Mouriscas 1 ou 2 vezes por ano.

Sensibilibilizou-me o seu artigo, porque estou muito de acordo com o que disse sobre as gentes das Mouriscas.

Não era minha intenção comentar nada (que tenho pouco tempo para isso), mas a pedido do meu pai acedi a escrever qualquer coisa do que penso, e do pouco que conheço das Mouriscas, pelo que o faço de uma forma perfeitamente desapaixonada e isenta de quaisquer disputas.

Nas voltas que dou pelas Mouriscas a impressão que me fica é a seguinte:

1 - Os mourisquenses são pessoas um pouco reservadas e com uma pronúncia muito peculiar, à qual acho graça, porque o meu pai também a tinha, mas agora já fala mais à moda da "cidade". Devo dizer que isto não é, de forma alguma um defeito, mas antes uma riqueza que se devia preservar. Do género à Estalagem chamam Estalage "!

2 -Entristece-me ver tantas casas abandonadas e em ruínas, pelo que me pergunto se não seria preferível os seus donos venderem as mesmas, para que outros as pudessem reconstruir;

3 - Também me deixa mágoa ver a Fonte dos Amores sempre a correr, desperdiçando-se tanta água, quando ela faz tanta falta noutras zonas do Planeta Terra (veja-se o que se está a passar no DARFUR?).

4 - Outra situação que me surpreende é a falta de árvores e a existência de vários largos de terra batida, onde poderiam ser criados espaços verdes com bancos, que dessem outra alegria à terra;

5 - Nas Mouriscas existem locais de uma beleza extraordinária (açudes, pontes romanas, grutas, moínhos, etc) completamente abandonados. Não poderia haver alguma conservação desses monumentos (que o são) e criado um roteiro para a visita aos mesmos. Penso que não seria muito caro e daria outra imagem da terra.

6 - Também sei que a antiga escola primária está a cair aos bocados, pois isso está à vista de todos. Já perguntei ao meu pai se os mourisquenses são assim tão pelintras, que não possam ir fazendo as obras de manutenção?...respondeu-me (na troça!) que aquilo era um museu de artefactos e coisas antigas encontradas na terra, e que um dia quando já não existirem mourisquenses irão ficar soterradas sob os escombros da escola. Devo dizer que não percebi!

7 - Quanto a actividade cultural, comércio e cafés acho que não posso dizer nada, porque pura e simplesmente não existe grande coisa.

8 - Da discórdia existente entre os mourisquenses não digo nada, porque deverão ser coisas muito mesquinhas, que não interessam. Já são tão poucos os mourisquenses !

E pronto, espero que não hajam muitos mourisquenses a ler isto, pois sei que irão ficar ainda mais tristes. Pela minha parte apenas disse a verdade e descrevi a terra tal como a conheço.

Saudações!

Isabel Silva


De josé pedro a 5 de Agosto de 2007 às 14:31
Sou de Mouriscas,não vio em Mouriscas, mas vou lá!
Gostei do cometário. Apropósito!
Falar por falarsem motivo, como diria o Aleixo
É falar sem sentido, apenas mover o quexo.
Por vezes oiço o falar, de grupinhos no café
Como PÊGAS a grasnar, no seu eterno banzé
Outras vezes nas esquinas,segredam muito baixinho
Falam mal das amigas,que seguem outro caminho
Quando se sentem cansadas, dos mvimentos dos quexos,correm para casa apreçadas,para por cobro
aos desleixos







De josé pedro a 5 de Agosto de 2007 às 14:34
Sou de Mouriscas,não vivo em Mouriscas, mas vou lá!
Gostei do cometário. A propósito!
Falar por falarsem motivo, como diria o Aleixo
É falar sem sentido, apenas mover o quexo.
Por vezes oiço o falar, de grupinhos no café
Como PÊGAS a grasnar, no seu eterno banzé
Outras vezes nas esquinas,segredam muito baixinho
Falam mal das amigas,que seguem outro caminho
Quando se sentem cansadas, dos mvimentos dos quexos,correm para casa apreçadas,para por cobro
aos desleixos







De Anónimo a 16 de Agosto de 2007 às 10:02
Sr.José Pedro,

Foi um grande Poeta o António Aleixo, também foi guardador de cabras, polícia, tecelão, servente de pedreiro, poeta cauteleiro, etc., este semi-analfabeto que morreu em Loulé em 1899, então com 50 anos.

Não se percebendo muito bem o apropósito dos versos que transcreveu, sou a acrescentar também algumas das obras literárias que o Poeta Popular António Aleixo deixou, nomeadamente: "Este livro que vos deixo", "O auto do curandeiro", "O auto da vida e da morte", "O auto do Ti Jaquim" e "Inéditos".

Se a ideia dos versos transcritos era metafórica então vou citar algumas quadras do Poeta António Aleixo, nas quais ela brincava com a sua aparência e condição social:

Sei que pareço um ladrão...
mas há muitos que eu conheço
que, sem parecer o que são,
são aquilo que eu pareço.

De vender a sorte grande,
confesso, não tenho pena,
que a roda ande ou desande
eu tenho sempre a pequena.

Que importa perder a vida
em luta contra a traição,
se a razão, mesmo vencida
não deixa de ser razão.

Uma mosca sem valor
poisa c´o a mesma alegria
na careca de um doutor
como em qualquer porcaria.

Fui polícia, fui soldado
Estive fora da Nação;
Vendo jogo, guardo gado
Só me falta ser ladrão.

E pronto, deixámos mais um pouco da biografia do Poeta Popular António Aleixo, sem se pretender satirizar o que quer que seja!

Saudações,

Patrício Silva




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