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Domingo, 22 de Abril de 2007
Mensagens dos leitores (10)

Caro mouriscasmovimento,

casaspretas, deixou um comentário ao post Associativismo e cidadania às 14:42, 2007-02-07.

Comentário:
É sempre gratificante ler uma análise antropo-sociológica da nossa terra e de nossas gentes feita por alguém que veio do exterior. Manuel Catarino foca um problema, de natureza cultural, de grande pertinência, que muito tem prejudicado o entendimento entre mourisquenses e o desenvolvimento da sua freguesia. Estamos na era da globalização que será um tempo propício e oportuno para que os mourisquenses mudem de atitude e de comportamento, unindo-se, todos, em torno de um objectivo comum: FAZER DE MOURISCAS UMA TERRA DE PROGRESSO, TRANSFORMANDO-A NUM LOCAL ONDE SEJA APRASÍVEL VIVER COM QUALIDADE DE VIDA. Parabéns ao Manual Catarino pela sua análise isenta.

 

Carlos Bento



publicado por mouriscasmovimento às 12:36
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Mensagens dos leitores (9)

Caro mouriscasmovimento,

José Fontinha, deixou um comentário ao post Reflexões sobre Mouriscas 4 às 14:21, 2007-02-25.

Comentário:
Na generalidade estou de acordo com o texto, no entanto gostaria de conhecer e ter acesso a mais informação sobre o conteúdo do mesmo, bem como conhecer quem escreve, dado que gosto de ver os rostos, bem como sou de opinião que devemos dar a cara.

Cumprimentos ,

Saudações Benfiquistas

Sempre Mourisquense

José Fontinha



publicado por mouriscasmovimento às 12:35
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Mensagens dos leitores (8)

Caro mouriscasmovimento,

AMSL, deixou um comentário ao post Reflexões sobre Mouriscas 5 às 21:31, 2007-03-10.

Comentário:
Caro Luís Grilo, Tal como o senhor também sou um Mourisquense de segunda, pois não estou inscrito nos cadernos eleitorais da Freguesia. Deste modo, "não tendo voto na matéria no que diz respeito aos assuntos da terra", não me poderia considerar responsável pelo estado de degradação a que chegou a antiga escola primária das Mouriscas, mas não é só a escola primária!... e as azenhas, as moagens, as levadas, os açudes, as pontes romanas, as fontes e tanta outro património da nossa terra, que já desapareceu e/ou acabará por seguir o destino da abandonada escola primária?! Pergunto-me e pergunto aos MOURISQUENSES DE PRIMEIRA, aos que terão voto na matéria (não aos que fazem chacota, pois esses excluiram-se há muito tempo de qualquer intervenção isenta e séria sobre os problemas da terra) se não seremos todos um pouco culpados do que se tem vindo a passar? Acho que sim, por isso que cada um assuma as suas responsabilidades. Saudações.



publicado por mouriscasmovimento às 12:33
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Mensagens dos leitores (7)

Do nosso leitor e conterrâneo Sr. Zé Moura recebemos o seguinte artigo:

 

 

Como de há um tempo a esta parte o Mouriscas em Movimento me tem andado a criar macaquinhos na cabeça, hoje catrapuz acabei com as papas na língua e também vou botar palavra para que seja também um gajo importante cá no sítio, e não me andem a meter gato por lebre, pois cá o Zé conhece isso à légua melhor que ninguém. De modo que eu tenho andado a topar no Mouriscas em Movimento umas conversinhas muito bem feitas em modos de quererem fazer o ninho atrás da orelha, mas nessa não me embarrilam, eu que fui cabo na 1ª de Infantaria e até cheguei a comandar um pelotão de corrécios, juro à fé de quem sou que desta vez me vão ter à perna nas discussões e nos destinos da paróquia para que saibam quem é o Zé Moura das Mouriscas, ou não seja eu um valentão cá do meu casal. Saibam que nem tudo o que dizem me leva à certa, pois aqui no meu Casal há erva no caminho a dar pela cintura, no Inverno lama até aos joelhos, e de Verão água nem vê-la, e aí é que a porca torce o rabo, só não armei já um sarilho dos diabos porque pensava que só os importantes é que podiam botar palavra, mas daqui para a frente estão bem enganados.

Também queria falar da pouca vergonha das promessas que muitos tem feito, os da política e outros mais, que se fartam de fazer propaganda de fazer tanta coisa, que eu já estava a pensar em montar aqui à minha porta um negócio de secos e molhados que me desse para comprar umas arrobitas de comes e bebes para o arranjo do ano inteiro e consoada pelo Natal que é quando cá tenho a rapaziada toda. Mas deixem estar que eu já os conheço bem, e se me vierem bater à porta podem ter a certeza que a tranca estará à mão.

 

   E lembrem-se que não fico por aqui, eu o Zé Moura das Mouriscas



publicado por mouriscasmovimento às 12:32
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Reflexões sobre Mouriscas

UMA TERRA SEM FRONTEIRAS

(Texto já publicado nas compilações)

                Algures, no interior do distrito de Santarém, mais precisamente a doze quilómetros de Abrantes, situa-se uma freguesia chamada Mouriscas. Embora tenha cerca de 2000 habitantes, trata-se de mais uma daquelas freguesias esquecidas pelo “Poder Central” e também pelo “Poder Local”, pois é, há muito, uma freguesia que não entra nas contas do executivo abrantino. Mas as questões políticas, ou melhor, as estratégias(!) camarárias ficam para outra ocasião.

 

 

                Hoje pretendo dar a conhecer uma história que se passou com um amigo meu…

 

 

                Um certo dia, o Ricardo, residente no Alentejo, deslocava-se para Coimbra e resolveu telefonar-me. Tinha avistado, há pouco, a seguinte placa:

0000ge98

                “Olha, acabei de atravessar uma ponte e estou muito próximo da tua terra.”- disse-me.

 

Então, esclareci-o que já estava dentro das Mouriscas, mas ele disse que não tinha visto nenhuma placa que o indicasse. Claro, assim que entrou na nossa freguesia foi isto que viu…

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Um pouco mais à frente, afirmou: “Estou a chegar a um cruzamento para duas terras, chamadas Cascalhos e Engarnais. Mouriscas ainda fica para a frente”.

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Alguém me acusou, há pouco tempo, de não conhecer a freguesia. Realmente, não a devo conhecer muito bem. Ainda nem sequer conheço os limites da minha terra (isso também deve ter pensado o Ricardo).

 

Insisti, ele já estava dentro das Mouriscas. Mas…

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… as placas davam-lhe razão!

 

Não sou adepto do vandalismo (por isso não faria isto), mas às vezes dá vontade de agarrar num pouco de tinta e apagar a “porcaria” que alguns fazem (como algum “unionista” fez ao apagar a palavra Sul – “unionista”, sim, porque pelos vistos também há Mouriscas Norte, apesar de não ter nenhuma placa que o indique).

 

Mas afinal, por onde é que o Ricardo andava?

“Estás nas Mouriscas”, dizia eu, mas ele dizia-me “Não, estou a chegar junto da A 23; as Mouriscas ainda ficam mais para a frente. Está nas placas”.

0000s83p

Pois é, ele tinha razão, está nas placas!!!

 

A conversa chegou ao fim, pois o Ricardo entrou na A23. Não chegou a ter a confirmação; se chegasse um pouco mais à frente ainda diria algo como isto: “Mas tu nem sabes onde fica a tua terra?...

 

0000wwed

 

… Ainda falta um quilómetro para eu lá chegar!”.

.

.

.

.

UMA TERRA SEM FRONTEIRAS (continuação)

 

Como Mourisquense, resolvi convidar um amigo meu para o aniversário da minha filha, que se iria realizar num dos muitos lugares de Mouriscas, os Cascalhos.

Esse meu amigo, vindo de Tomar, teve uma grande falha: esqueceu-se do telemóvel. Mas não foi o único a falhar, pois eu também me esqueci de dizer que ele não devia ir para as Mouriscas. Caro conterrâneo, está baralhado; é natural – afinal, ele ia para as Mouriscas ou não? Eu pelo menos disse-lhe que a festa ia ser nas Mouriscas, só que…

 00007dfp

 

…saiu da A23 e…

00008dcs

… virou para a esquerda, pois o objectivo não era ir para o Pego (que, por acaso, até é a sua terra natal).

 

Chegou ao centro da freguesia e perguntou a algumas pessoas se me conheciam. Depois de várias respostas negativas, houve alguém que lhe disse: “Chama-se Grilo? Olhe, há muitos Grilos nos Cascalhos. Tente encontrá-lo lá”. E assim fez: “abandonou” as Mouriscas, deslocou-se para sul, seguiu as placas…

00009qgp

... muito esclarecedoras, como se pode verificar na anterior,…

0000deqs

… e, por fim, lá chegou ao local da festa…os:

0000ebpy

É claro que depois tive de lhe responder à seguinte pergunta: “Mas olha lá, não me disseste que a festa ia ser nas Mouriscas?”

 

Pois é, caro conterrâneo, pelos vistos não conheço a terra que me viu nascer.

 

 

Moral da história: com duas placas a assinalar o início da localidade resolvia-se parte do problema; para as outras chegavam duas latas de tinta (uma branca e uma preta) e um bocadinho de espírito de vândalo (que eu não tenho, senão já o tinha feito) – apagava-se a palavra Sul, colocava-se o símbolo de Centro e aí eu já conheceria melhor a minha freguesia. Pelo menos os meus amigos pensariam dessa forma.

 

 

P.S. – Eu sei que a responsabilidade da colocação de placas é do Instituto de Estradas de Portugal (antiga JAE), também sei que as mesmas foram colocadas durante o mandato de outras pessoas e de outro partido, mas jamais serão alteradas se não se avisar quem de direito. Será que já foram avisados? Se sim, foram pressionados? Há certas coisas que no nosso país só se fazem mediante pressão. Será que, como Mourisquense, posso ter direito a uma resposta.

 

LG

 



publicado por mouriscasmovimento às 12:10
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Quinta-feira, 12 de Abril de 2007
UM BOCADINHO DE HISTÓRIA TAMBÉM É BOM

Consta que no antigo e já distante Império Romano do Oriente, quando já abalado por um desastroso processo de degradação, os bárbaros de então, ávidos de chamarem a si o que por lá havia de mais vulnerável à cobiça alheia e conhecedores dos fracos dos seus confrades, muito pacatamente entraram em Constantinopla, invadiram, saquearam, incendiaram, destruíram, e devastaram aquilo que lhes apeteceu sem que os locais lhes oferecessem oposição de harmonia com as necessidades. Ao que se sabe porque os notáveis do esplendoroso Império estavam muito ocupados a discutir de que sexo são os Anjos e daí não disporem de tempo nem disposição para se ocuparem com os invasores. Claro, muito engraçado, mas o que se sabe é que aconteceu mesmo, e não adianta entrarmos em desenvolvimentos filosóficos sobre o assunto.

 

Tem isto a ver com o que entre nós se vai passando, e de que já encontrámos quem veja na situação uma analogia muito perceptível, ou seja, estarmos nós muito ocupados com algo muito importante do tipo saber de que sexo são os anjos e daí não dispormos de tempo nem disposição para confrontarmos as situações que estão ameaçando a nossa própria sobrevivência como povo secular.

 

Exagero? Retórica? Conversa fiada?

 

Continuemos a ignorar a situação e a resposta não se fará esperar.

 

                                                                             B. Sério   



publicado por mouriscasmovimento às 16:58
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Domingo, 1 de Abril de 2007
ASSOCIAÇÕES EM EXCESSO? VAMOS TENTAR ANALISAR.

A ideia não é nova e muitos dos nossos conterrâneos assim o têm entendido, naturalmente com o seu fundamento baseando-se nisto ou naquilo, outros considerando aspectos assim ou assado, mas todos certamente vendo na redução do seu número um factor a não ignorar, e exactamente por essa razão não nos é dado refutar opiniões que terão merecido atenções que temos o dever de respeitar.

Tentaremos no entanto apresentar os nossos pontos de vista e desse modo contribuir com uma ajuda para uma ideia da situação algo mais esclarecida.

 

 

Vejamos:

 

Associações económicas. – Duas Cooperativas Olivícolas

- Qual o inconveniente na existência destas duas unidades?

- Quais os meios que se perdem com tal duplicação?

- Qual a incompatibilidade da situação?

- Há prejuízo para a freguesia com a repartição da actividade?

- De que tipo?

- Quais os reflexos a nível económico e social? – Quando já existiram mais de trinta lagares e continuam a existir mais alguns?

 

Imaginemos agora que foram centralizadas numa única unidade  

- Como a capacidade laboral teria que ser dupla e mesmo assim não resolveria, o capital necessário para as instalações e equipamento está disponível? Aonde?

- E as actuais instalações seriam para ninhos de rato?

- Os meios que seria necessário investir, seriam recuperáveis? A que praz?

- Quem suportaria entretanto os custos de tal investimento?

- A componente lucrativa da actividade permite-o ou aconselha-o?

- Seria vantajoso para os então cooperativistas a sua deslocação dos mais diversos pontos à unidade então criada? 

- E para além disto seria vantajoso em que outros aspectos?

- Finalmente com a concentração os cooperativistas ganhariam o quê? E a Freguesia?

 

Passamos às Associações Musicais / Culturais – Uma Banda Filarmónica e um Grupo Etnográfico.

- Estas duas existências criam problemas para alguém?

- A actividade de alguma delas é lesiva para a outra?

- A freguesia sofre perdas com isso?

- Os participantes de qualquer delas são prejudicados com a existência da outra?

- Existe alguma incompatibilidade com a dualidade?

- É de considerar algum problema ou situação tipo disputa?

 

Vamos agora supor que seriam centralizadas numa única Associação ou que uma delas teria que ser extinta.

- É de prever que isso teria um alcance significativo?

- Qual? De que tipo?

- Os conterrâneos que agora têm dois locais de acolhimento para fins culturais, de convívio, de participação, de opção em harmonia com as suas preferências pessoais ou de curto acesso devido à sua dupla localização geográfica, ficariam beneficiados com isso?

- Serem privados de uma delas trazer-lhe-ia benefícios?

- A situação eliminaria alguma disputa aberrativa?

- O enriquecimento cultural seria maior?

- Então, a Freguesia, os cidadãos e os respectivos associados ganhariam o quê?

- Será por acaso de recordar que ambas já estiveram integradas noutras Associações?

 

Para concluir, por agora, referimo-nos às Associações Desportivas e Recreativas. – Casa do Povo e Grupo Desportivo “Os Esparteiros”

Com estas e não obstante como recreativas não serem únicas, em futebol sénior são efectivamente uma duplicação da modalidade na freguesia e é à volta desta que mais frequentemente surgem comentários, sugestões e críticas, com a convincente conclusão que se trata de uma aberração desportiva, sem razão de existir e fonte de disputas mesquinhas. Não vamos refutar a opinião, continuaremos a respeitá-la, até porque com frequência, provém de alguém certamente mais documentado no assunto do que nós próprios, mas de qualquer modo a análise e o diálogo construtivo é sempre possível e aceitável.

 

Vejamos:

- A sua fusão numa única Associação / Colectividade naturalmente tornaria possível na competição de futebol sénior conseguir mais um ou dois pontos na classificação, sem dúvida. Mas isso seria assim tão importante que justificasse o afastamento e a privação da modalidade a metade dos atletas?

- E no tocante à localização geográfica, aos mais impossibilitados de deslocação adequada seria um passo em frente a sua privação das jornadas decorrentes?

- Tratando-se de uma modalidade desportiva que em maior grau mobiliza e dá vida ao desporto, as restantes actividades da Associação / Colectividade agora existente ganhariam com isso?

- Ou seriam a centralizar também?

- Deste modo os associados e não só que agora usufruem dos benefícios, actividades, local de convívio, e oportunidade de partilharem uma dinâmica de grupo seriam a privar de tais benefícios que agora dispõem nas instalações a centralizar?

- E é realmente a isto que se chama progresso?

- E Mouriscas em Movimento que nasceu para apoiar e ajudar a resolver os problemas que temos estará no caminho certo ao dar os passos convenientes para o agravar desses problemas? Mesmo a coberto de eliminarmos disputas mesquinhas?

 

            Cuidado!

 

Entretanto com estas nossas conclusões de maneira alguma pretendemos por de parte as conclusões opostas mas tão somente levá-las ao confronto salutar e disciplinado.

 

                                                                                B. Sério

 



publicado por mouriscasmovimento às 12:47
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MOURISCAS NO SEU DIA A DIA

                                                           XVII

 

Em memória do saudoso Severino Lopes Vergasta – Regimento de Infantaria 2 em Abrantes – Ano de 1953

 

                 Quando eu era recruta

                 Tratavam os outros à bruta

                 Nem magala se podia ser.

                 Já lá vão tantos anos,

                 Os jovens nesses enganos

                 Tinham mesmo que obedecer.

 

                 A história que vou narrar

                 Outros a poderão confirmar,

                 Tanto soldado que tremeu.

                 Lá no alto, quem diria!

                 No quartel de Infantaria

                 O que era incrível aconteceu.

 

                 Por alguma malandrice

                 Que outro fez e não disse,

                 O grupo teria que pagar.

                 E assim fora ordenado

                 Que o cabelo fosse rapado

                 A todo o grupo sem falhar.

 

                 Por não se terem esquecido

                 Também estava incluído

                 O nome de Severino Vergasta.

                 Mas este pagar injustamente,

                 Porque se sentia inocente,

                 Não!... Ninguém o arrasta.

 

                 Foi um homem valente,

                 E pela razão imponente,

                 Nem o comandante o venceu.

                 Este, que fora ali chamado

                 E penso que de nome Machado

                 Para quem bem o conheceu.

 

                 Tantos anos que passaram,

                 Acontecimentos que marcaram,

                 E jamais os esquecerei.

                 Mas que seja eternamente

                 O teu descanso para sempre

                 Pela coragem que testemunhei.

 

                                                                Joaquim António de Matos

 



publicado por mouriscasmovimento às 12:45
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